Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...
Centrais sindicais se reúnem com senadores e ampliam mobilização pelas 40 horas semanais, sem redução salarial, e fim da escala 6×1
Lideranças das centrais sindicais intensificaram, nesta terça-feira, 1º de setembro, a articulação no Senado pela redução da jornada e pelo fim da escala 6×1.
Durante a mobilização, dirigentes percorreram gabinetes e conversaram com senadores para ampliar o apoio à PEC 221/2019, considerada prioridade pelo movimento sindical nesta semana.
Entre os parlamentares procurados estavam Otto Alencar, presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Omar Aziz, relator da proposta, e o senador Renan Calheiros.
Além disso, representantes sindicais apresentaram argumentos favoráveis às 40 horas semanais, sem redução salarial, e defenderam dois dias de descanso remunerado para trabalhadores brasileiros.
O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, participou das articulações no Senado e reforçou a necessidade de manter trabalhadores e entidades mobilizados durante toda tramitação.
“Isso está nas nossas mãos, está na nossa mobilização. A nossa mobilização tem que continuar até o final da votação no Senado Federal”, afirmou Miguel.
Durante encontro com as centrais, Omar Aziz apresentou informações sobre a tramitação e reafirmou expectativa favorável para análise da proposta pela Comissão de Constituição e Justiça.
O relator manteve o conteúdo aprovado anteriormente pela Câmara, evitando mudanças no mérito que poderiam obrigar o retorno da proposta para nova apreciação dos deputados.
Além disso, Aziz informou às lideranças sindicais que existem votos suficientes para aprovar seu relatório na CCJ, apesar das possíveis estratégias destinadas a retardar votação.
A proposta aparece entre os primeiros itens da pauta da comissão nesta quarta-feira, 2 de setembro, quando senadores deverão analisar o parecer apresentado pelo relator.
Entretanto, um eventual pedido de vista poderá interromper temporariamente a análise, embora exista possibilidade de acordo entre senadores para reduzir significativamente esse período regimental.
Nesse cenário, Otto Alencar poderá conduzir as negociações dentro da CCJ e estabelecer prazo menor para eventual pedido, permitindo posteriormente a retomada da análise.
Durante encontro com as centrais, Omar Aziz apresentou informações sobre a tramitação e reafirmou expectativa favorável para análise da proposta pela Comissão de Constituição e Justiça.
O relator manteve o conteúdo aprovado anteriormente pela Câmara, evitando mudanças no mérito que poderiam obrigar o retorno da proposta para nova apreciação dos deputados.
Além disso, Aziz informou às lideranças sindicais que existem votos suficientes para aprovar seu relatório na CCJ, apesar das possíveis estratégias destinadas a retardar votação.
A proposta aparece entre os primeiros itens da pauta da comissão nesta quarta-feira, 2 de setembro, quando senadores deverão analisar o parecer apresentado pelo relator.
Entretanto, um eventual pedido de vista poderá interromper temporariamente a análise, embora exista possibilidade de acordo entre senadores para reduzir significativamente esse período regimental.
Nesse cenário, Otto Alencar poderá conduzir as negociações dentro da CCJ e estabelecer prazo menor para eventual pedido, permitindo posteriormente a retomada da análise.
Anteriormente, as centrais promoveram manifestações nacionais e intensificaram visitas aos gabinetes para pressionar parlamentares e consolidar votos favoráveis durante esta etapa decisiva da tramitação.
Nesse sentido, representantes da Força Sindical, CUT, CTB, UGT, NCST e outras organizações mantêm atividades em Brasília durante os trabalhos realizados pelo Senado nesta semana.
As entidades também defendem que, após eventual aprovação na CCJ, a proposta avance rapidamente ao plenário, onde precisará conquistar pelo menos 49 votos favoráveis.
Por isso, Miguel Torres reforça que sindicatos e trabalhadores precisam continuar mobilizados até a conclusão das votações, cobrando diretamente dos senadores apoio à reivindicação trabalhista.
“A luta faz a lei. Esse é um dia histórico em todo o território nacional”, afirmou Miguel, ao destacar a força da mobilização organizada pelos trabalhadores.
Fonte: Força Sindical